Os ventos de Outono


Ah se os ventos de outono varressem de mim esta vontade de ser adulto, em aviões de todos os céus viajar e todas as felicidades comprar!

Estaria eu, ainda, sentado em um lugar qualquer ouvindo os contos de bem me quer ou mal me quer, e viajaria então, pelos mundos que não tem distinção entre o que é verdadeiro e o que é só invenção.

Viajaria pelas caldas de cometas e também em um belo alazão, teria flores violetas e gigantes como irmãos… Seria eu o poeta e o cantor, também seria o ouvinte e o ator… Teria assim fantasias sem fim, segredando-lhe em um banco de jardim, que crescer não é para mim…

Porque prefiro ser o pintor de uma tela cheia de amor a ter a vida repleta de dor, de quem cresceu e se esqueceu de que este é o condutor, para o menino que deseja ser um homem de grande valor.

Rachel Chifflet
03/04/2017

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