As janelas que eu abro

Não era dada a novidades (diziam…), até que se descobriu encantada pela trupe que passava pela vila. Seguiu com aquele povo poético, mas lá não achou abrigo. Não tinha voz para cantar e era desengonçada para dançar ou interpretar, logo foi convidada à se retirar. Muitos disseram “eu bem que avisei”. Mas alguém fez diferente: levou-lhe um papel e um lápis, colocou-os na escrivaninha em frente a janela de seu quarto e observou “A paisagem é por conta da natureza, mas descrevê-la é com você”. Assim, ela saiu escrevendo sobre tudo o que via e desde então, todos os artistas queriam espalhar suas poesias pelas cidades onde passavam. (Rachel Chifflet)

E aí?! Vamos abrir as janelas para nossos pequenos e deixar que descubram seus talentos?!

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